Assédio telefônico
Primeiro foi a Marta. Passados alguns dias, veio o Alckmin. Mais próximo o dia do pleito, mais ligações. Até que um dia atendi o telefone de casa, quase às 22h, e ouvi o Lula do outro lado da linha. Não me contive e, antes de descobrir o que ele queria, passei o gancho para quem estava ao meu lado. Não, caro internauta, não estou delirando, muito menos me tornei oráculo de políticos. Era telemarketing mesmo.
Se o paulistano se livrou nesta eleição da poluição por faixas e cartazes, o assédio telefônico nunca foi tão persistente. Toca o aparelho e lá vem aquela gravação automática da voz do candidato pedir seu voto. O curioso é que as prestações de conta parciais das principais campanhas para prefeito em São Paulo não trouxeram, até agora, nenhum tostão gasto com telemarketing. Será que me enganei e eram os candidatos e o presidente em pessoa me ligando?
eu fico feliz com os telefonemas. pelo menos alguém me liga.
Meu caro, não foi só o telemarketing eleitoreiro que tivemos que aguentar neste primeiro turno, mas também corespondencias com santinhos, emails com a biografia do candidato e suplicando o nosso voto. A esses candidatos que utilizaram este tipo de propaganda eu jamais darei meu voto!
SEM COMENTÁRIOS
ABÇ
LÚCIA
eh isso aih. nem atendo mais telefone em casa.
quem paga as operações de telemarketing dos nossos amigos?
nao faltam escrupulos aos politicos
Qué ótimo vocês terem um blog do José Roberto Toledo. Eu acompanha muito o trabalho dele na Folha, ele é ótimo. Parabéns.